O Sábado da Carne

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O Sábado da Carne discute a dor da existência através da poesia do poeta português Mário de Sá Carneiro. Retrata a solidão do corpo que não cabe em si, a disritmia, a desilusão de sentir-se só e desejar muito. Tudo isso aliado a força da música de Gilberto Mauro, que nesse recital foi criada  sobre cada movimento, intenção e respiração da atriz, pontuando ou criando uma ambiguidade radical sobre os versos. O sentimento ganha força nas notas, e as notas determinam o timbre das palavras. O prólogo do poeta Marcelo Dolabela (que também assina a direção de cena) nos apresenta um Sá Carneiro contextualizado e cru.

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FICHA TÉCNICA

Poemas de Mário de Sá Carneiro

Direção de cena e prólogo: Marcelo Dolabela

Interpretação e figurino: Ana Gusmão e Gilberto Mauro

Música original: Gilberto Mauro

Iluminação e produção: Ana Gusmão

 

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A Saudade da Mãe

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O monólogo "A Saudade da Mãe" foi criado para o Artpam, Mostra de Artes no ateliê do artista plástico Fernando Pacheco, em setembro de 2014. 

 

A partir de fragmentos do livro Vermelho Amargo, de Bartolomeu Campos de Queirós, com direção de Pedro Paulo Cava e figurino de Alexandre Colla, a cena rememora todo o amor de uma filha que busca no cotidiano as mais diversas lembranças da mãe falecida. 

 

Em 2015 a cena irá ganhar a forma de espetáculo.

 

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FICHA TÉCNICA

Adaptação do livro Vermelho Amargo,

de Bartolomeu Campos de Queirós

Direção de Pedro Paulo Cava

Figurino de Alexandre Colla

Produção e interpretação: Ana Gusmão

 

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Fracasso Para Principiantes

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Fracasso para Principiantes, com texto e direção de Marcelo Dolabela, retrata os delírios de um general fracassado e subverte a ordem da história, repensando os fatos, personagens e conceitos através das perdas e derrotas da humanidade. Com aproximadamente 22 minutos de duração, a cena está entre o teatro e a poesia e a atriz representa vários personagens (ou seriam apenas facetas da mesma personagem?) onde a coragem da exposição da perda toma forma e palavra. A ironia e o embate dialogam com a revisão do próprio ser humano.

 

Uma “montagem dialética”, um encontro de situações limites e opostas, em uma estética pós-simbolista se mistura a um texto construtivista, tendo uma cenografia brechtiana como exposição dos conflitos de todos os perdedores.

 

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FICHA TÉCNICA

Texto e direção: Marcelo Dolabela

Interpretação e produção: Ana Gusmão

Figurino e objetos de cena: Marcelo Dolabela e Ana Gusmão

Trilha sonora: Marcelo Dolabela

Iluminação: Bruno Reis

 

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© 2014 Ana Gusmão. Todos os direitos reservados. 

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